Ligue-se à APES através das redes sociais
facebook
linkedin
twitter
  • HOME
  • APES
    • Objetivos e Enquadramento
    • Estatutos
    • Relatórios de atividades e de Contas
    • Órgãos Sociais
    • Programa da Direção
    • Comité de Investigadores em Início de Carreira
    • Associações Internacionais
  • ATIVIDADES
    • Conferências APES
      • 19.ª Conferência Nacional de Economia da Saúde
    • Workshops APES
    • Prémios & Bolsas
    • Cursos & Formações
      • Formação Académica
    • Seminários & Investigação
    • Debates & Iniciativas
  • ASSOCIADOS
    • Associados Institucionais e Parcerias
  • COMUNICAÇÃO
    • Agenda APES
    • Notícias
    • Newsletter
    • Artigos de Opinião
  • CONTATOS

COVID-19 e as listas de espera

23 Junho, 2020
by Luís Filipe
APES #COVID19PT
Comments are off

As listas de espera para cirurgia programada têm sido um problema persistente no acesso à saúde em sistemas de saúde públicos, sistemas maioritariamente financiados com impostos. Com o surgimento da Covid-19, a capacidade hospitalar, que numa fase inicial se previa responder com muita dificuldade ao crescimento de novos casos, dedicou-se integralmente aos pacientes-covid, fazendo com que o tratamento de pacientes considerados menos urgentes fosse adiado.

O medo instalado pela pandemia também contribuiu para que muitos pacientes optassem por faltar/adiar tratamentos ou por não serem submetidos a cirurgia logo que fora possível.

Assim, porque as outras doenças não deixaram de existir, a lista e os tempos de espera foram aumentando de forma ainda mais dramática. No período pré-covid já se mostrara que o não cumprimento dos tempos de resposta, associados a cada nível de prioridade, podia expor o paciente a cancelamento dos cuidados médicos, devido à deterioração da condição clínica, ou mesmo por óbito. No período pós-covid, será então fundamental aumentar a capacidade de resposta do SNS, não apenas para reduzir os tempos de espera, mas também para melhorar a gestão dos níveis de prioridade.

Uma das medidas a adotar passará pelo financiamento extra a atividade cirúrgica no SNS, com pessoal de saúde adicional, ou com extensão do horário de trabalho. Sendo de notar que esta medida só poderá ser considerada em hospitais que operam abaixo da sua capacidade total. Uma medida adicional passará por fazer acordos com o setor social que, no passado, já mostraram resultados positivos no combate às listas de espera.

Joana Cima

Faculdade de Economia da Universidade do Porto, NIPE

Autor
Partilha nas Redes Sociais

Destaques

Opinião ”A nova Avaliação Clínica Conjunta da União Europeia e o seu impacto nas decisões sobre o acesso ao medicamento em Portugal” | Manuel Gomes
03 Mar, 2026
Opinião ”A nocividade da discriminação percebida e o que mudou em Portugal numa década ” | Carlota Quintal
19 Fev, 2026
Opinião ”Saúde Intergeracional Justa e Equitativa: Perspetivas, Abordagens e Indicadores ” | Aida Isabel Tavares
04 Fev, 2026
Parceria APES-AES
20 Jan, 2026
Opinião ”O SNS na fila de espera: o dilema das convenções ” | Bruno Venâncio
20 Jan, 2026
Logótipo APES

Contatos APES

Associação Portuguesa de Economia da Saúde

Escola Nac. de Saúde Pública - UNL,
Av. Padre Cruz, 1600-560 Lisboa

apes@apes.pt
Enviar Mensagem

2015 Copyright | Todos os Direitos Reservados | Associação Portuguesa de Economia da Saúde (APES)
www.UnoWork.pt | Serviços Integrados